E A CONCORRÊNCIA TAMBÉM CHORA.
O primeiro capitulo da nova produção da emissora de Sílvio Santos, entrou no ar antes do penúltimo capitulo de Esmeralda, como estratégia para transferir os telespectadores de uma trama para outra e com certeza vai surtir efeito, pois ao assistir a estréia de “Os Ricos Também Choram”, tivemos uma gostosa lembrança da década de 90, quando as novelas do SBT primavam pela qualidade, novelas como Éramos Seis, As Pupilas do Senhor Reitor e Sangue do meu Sangue não deixavam nada a desejar as historias da poderosa Rede Globo.
Entre os destaques, podemos ressaltar que ainda é cedo para dizer quem desenvolvera bem o seu papel, mas a jovem Thaís Fersoza mostrou que tem um imenso potencial e promete abalar as estruturas como a jovem Mariana, podemos também destacar os papéis de Felipe Folgosi, Françoise Forton e Jonas Bloch, que logo no primeiro capitulo demonstraram como serão seus personagens.
Escrita por Inês Rodena “Os Ricos Também Choram” foi exibida com imenso sucesso pelo SBT na década de 80, agora totalmente repaginada sob a supervisão de Marcos Lazarini e direção geral de Henrique Martins, a trama que teve seu texto adaptado por Gustavo Reis, Aimar labak e Conchi, onde tiveram uma difícil missão, de transformar a trama antes ambientada na Cidade do México nos anos 70, para a Cidade Brasileira de Ouro Verde na década de 30, trazendo como pano de fundo o cenário político Brasileiro.
Com um orçamento de 75 mil Reais por capitulo, valor digno dos padrões das produções da TV Globo, “Os Ricos Também Choram” é o pontapé inicial as estréias da emissora de Silvio Santos, que traz ainda as estréias de Ana Paula Padrão no Comando do Telejornal “SBT Brasil” e do Reality Show “Casamento a Moda Antiga”, que ira ocupar o horário que hoje é exibido os últimos episódios de “O Grande Perdedor”, resta agora torcer para que o homem do Baú, continue não só distribuindo seu rico dinheiro as clientes de seu carnê, mas também no investimento de novas produções, com certeza o público agradece.
IMAGEM DA SEMANA.

Brasil vence Itália por 3 a 2 e conquista pela quinta vez o título do Grand Prix de vôlei feminino.
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